| Teatro lotado |
Quem assiste ao espetáculo "Dona Gorda" não só se apaixona com o texto - no meu caso me identifiquei-, recheado de bom gosto, escrito pela artista Lise Berti, que assina o monologo, mas se encanta com a apresentação maliciosa, mas de qualidade espantosa do ator Cleiton Brandão. Autenticidade, paixão, dor e amor, representados em 50 minutos de muitas energias, onde se vai do riso às lagrimas, e finalmente aos aplausos.
No último sábado, a noite, tive o privilegio de estar em uma das cadeiras do Teatro da Casa de Pedra em Canela e assistir esse momento de pura ascensão de uma "mulher" que sofre, que se esforça para perder peso, mas que engorda e engorda, sua autoestima é baixa, mas ela tenta, de todas as maneiras continuar, ir para as baladas, fazer exercícios, mas de nada adianta, ela não se ama, então tudo parece ser em vão...até que... bem o final não posso contar, tens que assistir e se apaixonar.
Só para ressaltar, eu já passei por todas as fases da beleza, da gordinha da "Dona Gorda", da magra e da "MULHER" bem resolvida que é como me sinto hoje.
Parabéns para a produção, aos artistas especialmente pelo belo texto de Lise Berti, ao Cleiton Brandão que abalou com sua performance "gordinha" e peruca loira,Só para ressaltar, eu já passei por todas as fases da beleza, da gordinha da "Dona Gorda", da magra e da "MULHER" bem resolvida que é como me sinto hoje.
| Com minhas queridas, Carmen Amaral e Lourdes Dallacort |
Fatima R Oliveira
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